Tirar os projetos de mobilidade da RMR do papel
Projetos deixam de existir apenas como anúncio e passam a ter prioridade, estudo atualizado, cronograma e decisão pública sobre viabilidade.
O problema
A Região Metropolitana do Recife acumula projetos de mobilidade sem execução física relevante desde a Via Mangue, concluída em 2014. O problema não é apenas ter projetos, mas definir quais são viáveis, prioritários e quando sairão do papel.
O que Eduardo propõe
Dar a cada um dos seis projetos identificados pelo estudo BNDES/governo federal um cronograma público de decisão e encaminhamento. Antes de contratar obras, atualizar demanda, custo-benefício e prioridade para deixar claro quais projetos devem avançar primeiro.
O que muda na prática
Isso ajuda a investir primeiro onde o benefício para os passageiros e a cidade é maior.
Como um deputado pode cobrar isso
Requisitar a carteira estadual e metropolitana, inclusive os estudos já existentes; publicar gargalos e indicar ordem de decisão e encaminhamento.
G % dos projetos com custo-benefício atualizado, decisão e cronograma público.
Os dados por trás da proposta+
Estudo do BNDES/governo federal (2026) identificou 6 projetos para a RMR (5 corredores de BRT/VLT elétrico e a requalificação do metrô), com rede prevista de 68 km para 150 km e investimento entre R$ 8,96 bilhões e R$ 18,17 bilhões até 2054 — ainda sem execução física iniciada.
O que a evidência mostra+
Duranton & Turner (American Economic Review, 2011) mostram que ampliar capacidade viária induz mais tráfego e pode recompor congestionamento. A evidência sustenta submeter grandes projetos a atualização de demanda e custo-benefício, comparando alternativas antes de construir.
Viabilidade e custo+
Considerar desapropriações, integração, operação, manutenção e riscos. Priorizar conclusão útil e manutenção da rede antes de novas frentes sem financiamento.
Fontes do eixo Mobilidade Urbana+
omTom Traffic Index (2025-2026) — congestionamento de Recife. PPI.gov.br; Diário de Pernambuco — concessão e estadualização do Metrô do Recife (2025-2026). TCE-MG — acompanhamento da concessão do Metrô da RMBH, Processo nº 1.177.651, e determinação de correções de transparência (2025). ALMG — requerimentos e respostas sobre fluxo financeiro, desembolsos e passageiros do contrato do Metrô-BH (2024-2025). gov.br/secom — Estudo Nacional de Mobilidade Urbana / BNDES para a Região Metropolitana do Recife (2026). Grande Recife Consórcio de Transporte / CSTM — Carta Anual de Políticas Públicas e Governança Corporativa 2024 (integração temporal nos 26 terminais), página de Integração Temporal, GTFS, Resolução CSTM nº 003/2026 (GPS em tempo real para o CTM), indicadores de cumprimento de frota/viagens e retomada de indicadores de qualidade contratuais com efeitos financeiros possíveis a partir de 2026. Godachevich & Tirachini (Research in Transportation Economics, 2021) — escolha de indicadores de regularidade e avaliação de operadores. ACESSO DIRETO A PUBLICAÇÕES E NORMAS Hart, Shleifer & Vishny (1997). The Proper Scope of Government. Quarterly Journal of Economics, 112(4), 1127–1161. Fundamentação teórica. DOI: 10.1162/003355300555448. Grande Recife. Integração Temporal: regras, cartão VEM e matriz de integração. Página oficial do serviço. Voltar ao eixo
