Conservar estradas e reduzir riscos antes de reconstruir
A estrada que leva ao trabalho, ao hospital e à produção recebe manutenção e correção de riscos antes de exigir reconstrução.
O problema
Mobilidade também é chegar com segurança ao trabalho, ao hospital e à produção no interior. A conservação precisa entrar na prioridade orçamentária, não apenas a abertura de novas obras.
O que Eduardo propõe
Defender inventário e priorização da malha estadual por condição, tráfego, acesso a serviços, produção e risco. Cobrar manutenção de pavimento, drenagem, pontes, sinalização e pontos críticos, com contratos verificáveis e cronograma público.
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Integrar segurança viária e passagem por áreas urbanas, considerando pedestres, motociclistas e ciclistas. Apoiar coordenação com municípios nas conexões locais, sem assumir a execução de toda estrada municipal. Incluir rotas de turismo e escoamento conforme benefício demonstrado, não por favorecimento setorial.
O que muda na prática
A fiscalização acompanha o trecho em funcionamento, não apenas a inauguração ou o valor contratado.
Como um deputado pode cobrar isso
Requisitar inventário, contratos e critérios de conservação ao órgão rodoviário estadual; publicar prioridades e indicar correções e emendas cabíveis.
G/R Condição e disponibilidade da via, pontos críticos corrigidos, prazos de reparo e sinistros por exposição quando mensurável. Quilômetros contratados não são quilômetros bem conservados.
Os dados por trás da proposta+
A SEMOBI apresenta o PE na Estrada entre os programas estaduais e identifica o DER-PE como órgão vinculado. Seu portal oferece áreas de obras públicas, licitações e contratos. A proposta parte dessa estrutura: consolidar por trecho a condição da via, intervenções e manutenção. Anúncio de programa, contrato e quilômetro previsto não são evidência de conservação concluída nem inventário atualizado da malha.
O que a evidência mostra+
Base técnica de gestão de ativos e segurança viária. O caderno não estima economia universal da manutenção nem inventa custo por quilômetro para trechos com condições diferentes. Fontes e referências deste eixo · Voltar ao sumário SANEAMENTO | 6 PROPOSTAS A concessão fechada em dezembro de 2025 é parcial, não total: a COMPESA continua pública apenas para captação e tratamento de água; a distribuição de água e a coleta e o tratamento de esgoto foram concedidos, em dois blocos com vencedores distintos. A linha do eixo: fiscalizar essa transição e cobrar o que a concessão não resolve sozinha — perdas de água, cobertura de esgoto e abastecimento no Agreste e no Sertão.
Viabilidade e custo+
Avaliar custo de ciclo de vida, manutenção preventiva, recuperação e novas obras. Fonte e conservação futura devem constar de cada projeto.
Fontes do eixo Mobilidade Urbana+
omTom Traffic Index (2025-2026) — congestionamento de Recife. PPI.gov.br; Diário de Pernambuco — concessão e estadualização do Metrô do Recife (2025-2026). TCE-MG — acompanhamento da concessão do Metrô da RMBH, Processo nº 1.177.651, e determinação de correções de transparência (2025). ALMG — requerimentos e respostas sobre fluxo financeiro, desembolsos e passageiros do contrato do Metrô-BH (2024-2025). gov.br/secom — Estudo Nacional de Mobilidade Urbana / BNDES para a Região Metropolitana do Recife (2026). Grande Recife Consórcio de Transporte / CSTM — Carta Anual de Políticas Públicas e Governança Corporativa 2024 (integração temporal nos 26 terminais), página de Integração Temporal, GTFS, Resolução CSTM nº 003/2026 (GPS em tempo real para o CTM), indicadores de cumprimento de frota/viagens e retomada de indicadores de qualidade contratuais com efeitos financeiros possíveis a partir de 2026. Godachevich & Tirachini (Research in Transportation Economics, 2021) — escolha de indicadores de regularidade e avaliação de operadores. ACESSO DIRETO A PUBLICAÇÕES E NORMAS Hart, Shleifer & Vishny (1997). The Proper Scope of Government. Quarterly Journal of Economics, 112(4), 1127–1161. Fundamentação teórica. DOI: 10.1162/003355300555448. Grande Recife. Integração Temporal: regras, cartão VEM e matriz de integração. Página oficial do serviço. Voltar ao eixo
